• Gleyce Persil

Setembro Amarelo: A prevenção do Suicídio é dever de todos nós

Atualizado: Jan 27



A cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo e 90% dos casos poderiam ser evitados. No Brasil, perdemos uma pessoa a cada 45 minutos.

E sim, o suicídio é um problema de saúde pública! Setembro Amarelo é um movimento mundial para conscientizar a população sobre a realidade do suicídio e mostrar que existe prevenção.


Muito mais gente do que se imagina já pensou em suicídio: 17% dos brasileiros, em algum momento, pensaram seriamente em dar um fim à própria vida e, desses, 4,8% chegaram a elaborar um plano pra isso. Os dados são de um estudo realizado pela Unicamp.


Saber reconhecer os sinais de alerta em si mesmo ou em alguém próximo a você é o primeiro e mais importante passo. O suicídio é resultado de dores emocionais muitas vezes silenciosas. A empatia deve realmente fazer parte da nossa competência interpessoal e não apenas ser uma palavra da moda.

Só consegue ser empático quem é capaz de ouvir, ver e perceber o outro. E para quem nutre pensamentos suicidas, falar é a melhor opção, como diz o slogan da campanha Setembro Amarelo. Mais informações encontramos no site www.setembroamarelo.org.br.


Segundo o portal da campanha, a primeira medida preventiva é a educação. Durante muito tempo, falar sobre suicídio foi um tabu, havia medo de se falar sobre o assunto. Mas há um alerta sobre isso: É preciso falar com responsabilidade, de forma adequada e alinhada ao que recomendam as autoridades de saúde, para que o objetivo de prevenção seja realmente eficaz.


No Brasil, o Centro de Valorização da Vida (CVV), entidade filantrópica, oferece apoio emocional a partir do número telefônico 188, gratuito, que funciona 24 horas, com voluntários que conversam com pessoas em profundo sofrimento.

Também é possível mandar um e-mail ou falar pelo chat, que podem ser acessados pelo site www.cvv.org.br.


A campanha Setembro Amarelo, criada em 2003 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), faz parte do calendário de ações que buscam qualificar as redes de cuidado à saúde para lidarem com o tema, assim como sensibilizar a população para identificar e ajudar pessoas que tendam a atentar contra a própria vida.


As causas e medidas preventivas são tantas e o assunto é tão complexo que cabem mais artigos por aqui sobre isso e eu não quero só contar histórias e trazer estatísticas mas registrar em público que eu estou à disposição para conversar, entender e apoiar!

Sinais de alerta.


Os sinais de alerta descritos abaixo não devem ser considerados isoladamente. Não há uma receita para detectar quando uma pessoa está vivenciando uma crise suicida e nem se possui algum tipo de tendência suicida. Mas, observe:

  • O aparecimento ou agravamento de problemas de conduta ou de manifestações verbais recorrentes

Essas manifestações não devem ser interpretadas como ameaças nem como chantagens emocionais, mas um alerta.

  • Preocupação com sua própria morte ou falta de esperança

As pessoas sob risco de suicídio costumam falar sobre morte e suicídio mais do que o comum, confessam se sentir sem esperanças, culpadas, com falta de autoestima e possuem uma visão negativa da vida e futuro.

  • Expressão de ideias ou de intenções suicidas

Fique atento para os comentários abaixo:

“Vou desaparecer.” “Vou deixar vocês em paz.” “Eu queria poder dormir e nunca mais acordar.” “É inútil tentar fazer algo para mudar, eu só quero morrer.”

  • Isolamento

Pessoas com pensamentos suicidas na maioria das vezes recorrem ao isolamento, não atendendo a telefonemas, interagindo menos nas redes sociais, ficando em casa e fechadas em seus quartos. Deixam até de realizar atividades que gostavam muito.

Acredito que o grande desafio na prevenção ao suicídio seja conscientizar a sociedade, pois o preconceito ainda cria uma redoma em torno do assunto. Ainda há pessoas que acreditam cegamente que depressão é frescura e não é doença. Outras que consideram normal uma comunicação agressiva, assédio moral ou bulling. Sem contar a violência, em todos os sentidos, muitas vezes dentro de casa.


Tem algo que eu, Gleyce, possa fazer pra te ajudar?


Preciso esclarecer que sou Coach de Vida e Negócios, com especialização em análise emocional e comportamental; meu foco profissional é a mentoria para empreendedores da beleza e estética e treinamentos de alta performance e vendas para suas equipes. Mas estou à disposição pra quem precisar bater um papo sobre emoções ruins e pensamentos suicidas, sem cobrar nada por isso e nenhum interesse por trás.


Fale comigo via direct no Instagram @gleycepersil

Atenção: Isso não substitui o trabalho de um especialista! Somente um psicoterapeuta, psicólogo ou psiquiatra é capaz de avaliar e tratar a sua saúde emocional!

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